segunda-feira, 29 de maio de 2023

«Será a responsabilidade ecológica uma obrigação moral? » - Este ensaio foi realizado por Maria Novais, nº12, da turma 11º CT3, no âmbito da disciplina de Filosofia (e DAC de Cidadania e Desenvolvimento).

 Ao longo deste ensaio filosófico procurarei discutir o problema: Será a responsabilidade ecológica uma obrigação moral? Neste ensaio procuro apresentar bons argumentos de como a responsabilidade ecológica deve ser uma preocupação de cada cidadão, uma vez que este tema abrange o bem-estar do planeta.  O ambiente e a sua conservação são assuntos atualmente valorizados, pois o passar do tempo trouxe consigo a degradação visível dos ecossistemas, que hoje sabemos ser um resultado direto das ações inconscientes do ser humano. A consciencialização do problema, leva a que, a sociedade procure arranjar medidas que atenuem e solucionem o estado deteriorado em que o mundo se encontra. No entanto, para ultrapassar este problema, o primeiro passo a tomar será refletir sobre uma questão básica, quando vista superficialmente, mas complexa quando interiorizada, que conduz ao problema inicial, se efetivamente a sociedade detêm uma obrigação moral para com a responsabilidade ambiental.

Os seguintes argumentos apelam à compreensão do porquê de ser defendida a tese, anteriormente apresentada.

A poluição do planeta é um assunto de interesse mundial, pois compromete o futuro da humanidade tal como nós a conhecemos. O plástico a navegar no mar, as deflorestações e queimadas, os gases tóxicos libertados pelos milhões de veículos que circulam nas estradas, a ausência de tratamento de águas residuais, a acumulação de lixo nos aterros sanitários e uso de materiais radioativos são exemplos dos vários tipos de poluição que existem na atualidade. Estes problemas comprometem as gerações futuras pois não será possível sobreviver num planeta constituído por uma atmosfera tóxica, composta por gases nocivos, onde os recursos hídricos sejam escassos, muitas espécies de seres vivos tenham sido extintas, tenha ocorrido o degelo das massas glaciares e o aumento das temperaturas globais. Esta pequena amostra ilustra a verdadeira ameaça ao futuro da humanidade no planeta e só procurando reverter este cenário não promissor, é que a sociedade pode assegurar um futuro digno.

O ser humano tem todos os dias a oportunidade e o dever de evoluir.  A disponibilidade de informação a que agora temos acesso, permite à sociedade adquirir novos conhecimentos e abrir os seus horizontes, várias situações são testemunhas desta afirmação, como por exemplo o combate às ideias conservadoras e retrógradas do passado ligadas à misoginia, homofobia, xenofobia, fascismo entre outras. Assim, o desenvolvimento do pensamento e raciocínio da sociedade, a partir da contínua aquisição de conhecimento, é um motivo suficiente para perceber que todos temos a obrigação de nos preocupar com o ambiente, pois carecemos de uma enorme responsabilidade ecológica para com a natureza, que providencia o equilíbrio ecológico necessário à vida de qualquer organismo, uma vez que fornece os principais elementos, como recursos hídricos limpos, uma atmosfera equilibrada, solos férteis e seres vivos ,  para a formação e continuação da vida no planeta.

Assim, como nós, seres humanos, habitamos o planeta outros animais e seres vivos também. Dentro deste horizonte, ninguém é proprietário do mundo logo, todos têm o mesmo direito de habitar um local saudável e que lhes garanta um futuro ecológico promissor. A sociedade deve por isso, ter uma preocupação ambiental comum em preservar o ambiente pois não tem a liberdade de poluir e ameaçar a vida de diversas espécies, num planeta que não lhe pertence.

Após os argumentos apresentados é também relevante ter consciência que existem opiniões diferentes à tese defendida. Uma objeção frequentemente apresentada pelos negacionistas das alterações climáticas afirma que a preocupação ecológica não deveria ser obrigatória, uma vez que muitas das consequências ambientais que atualmente se verificam não são reais. Para defenderem a sua tese, os negacionistas apresentam vários argumentos, entre os quais se destaca um, em que alegam que as alterações climáticas são naturais e normais no planeta, uma vez que já aconteceram várias vezes noutros períodos da história da Terra. A sua linguagem prioriza maioritariamente um discurso simples e sem fundamento, daí eu considerar que a sua tese não é válida, pois não apresentam quaisquer argumentos, com rigor científico, que afirmem estas ideias. Neste caso específico, a comunidade científica já conseguiu provar que as alterações climáticas são fruto do efeito dos gases poluentes imitidos para a atmosfera, como tal, verificamos que o argumento é desprovido de veracidade.

Em breves palavras, considero, como já referido, que a preocupação ambiental é sem dúvida uma obrigação moral, pois as suas consequências afetam-nos diretamente a nós, seres humanos, e aos restantes seres vivos que habitam o planeta. Esta preocupação deve passar por tomar atitudes amigas do ambiente, como reciclar o lixo que produzimos, não desperdiçar água, priorizar os transportes públicos aos transportes individuais, não deitar lixo para o chão, não realizar queimadas, reaproveitar sempre o máximo de materiais possíveis. Assim sendo, ao realizarmos diariamente estas ações contribuímos para o equilíbrio do planeta e pomos em prática o nosso dever moral através de simples ações.

 

Fontes consultadas:

https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/meio-ambiente.htm       https://www.todamateria.com.br/tipos-de-poluicao/ 

sexta-feira, 26 de maio de 2023

«Deveríamos tentar alterar o genoma humano de forma que seja impossível nós sentirmos emoções negativas?» - Este ensaio foi realizado por Mariana Tomé, nº17, da turma 11º CT4, no âmbito da disciplina de Filosofia (e DAC de Cidadania e Desenvolvimento).

1. Ao longo deste ensaio irei procurar discutir o problema “deveríamos tentar alterar o genoma humano de forma que seja impossível nós sentirmos emoções negativas?
2. O objetivo deste ensaio é conscientizar e sensibilizar o leitor sobre as possíveis repercussões da falta de moralidade na ciência, levando-o a refletir o quão longe é correto a humanidade ir nesta busca pelo conhecimento (não há nada exagerado em ser cauteloso quando se trata de “playing god”).
3. A humanidade está agora a sair da sua fase adolescente. Nas últimas décadas estamos a descobrir mais sobre o mundo à nossa volta do que nos últimos milénios e com suficiente tempo iremos acumular conhecimento que chegue para nos tornarmos os deuses que em tempos temíamos. Claramente a humanidade têm-se mostrado capaz de lidar com esse poder, à exceção do aquecimento global, fome a nível mundial, a bomba nuclear, a primeira e a segunda guerra mundial, o holocausto, pôr em perigo a vida de um milhão de espécies e DESTRUIR O SEU PRÓPRIO MUNDO… Talvez nós não estejamos tão prontos como pensamos e é por isso que ensaios filosóficos desta natureza são importantes: para nos ajudar a perceber o quão longe devemos ir em nome do desenvolvimento humano.
4. Ao longo deste ensaio procurarei defender que de um ponto de vista moral a humanidade não deve tentar usar a engenharia genética para acabar com o sofrimento psicológico humano.
5. Esta nossa posição parece contraintuitiva: se é possível acabar com sentimentos negativos, porque não fazê-lo? A resposta a tal pergunta situa-se maioritariamente em dois pontos: 1. A engenharia genética é extremamente perigosa e 2. é uma má ideia a longo prazo.
a) Há cerca de 27 anos nasceu a Dolly, o primeiro mamífero a ser clonado pelo Homem com sucesso. Dolly morreu em 2003, com 6 anos, de uma doença pulmonar grave. A razão para a sua morte precoce (tempo de vida de uma ovelha, é há volta de 20 anos), foi, como esperado, o facto da mesma ser um clone. Esta clonagem foi feita ao transplantar o núcleo de uma célula somática para uma célula embrionária, sem em nenhuma das fases se mexer no DNA, e já teve as complicações que teve, imaginem os problemas que podem surgir com a modificação genética num ser tão complexo como os seres humanos.
b) A evolução humana é algo extremamente interessante. De acordo com a teoria de Darwin, todas as características que temos foram selecionadas pelo ambiente, ou seja, de alguma forma, davam-nos uma vantagem na sobrevivência nesse meio. Logo, sendo a tristeza e outros sentimentos negativos algo que todos os seres humanos partilham, podemos assumir que eles ou a certo ponto nos davam essa vantagem, ou são uma consequência de algo que nos deu a vantagem. No entanto, o ambiente humano tem vindo a mudar bastante nos últimos séculos e poder-se-ia dizer que devido a isto a miséria passou a ser obsoleta nos dias de hoje. Contudo, eu descordo dessa afirmação pois há certas emoções negativas que são necessárias a todos os seres humanos, como por exemplo o luto, que nos ajuda a processar a nossa perda, ou sentirmo-nos úteis no final do dia inteiro sem fazermos nada, que nos ajuda a sair de casa e a interagir, ou mesmo o aborrecimento, que é o cérebro a pedir para ser estimulado (muitas vezes com ideias interessantes, pois as maiores ideias do homem têm raízes no aborrecimento), para não esquecer o tipo de dor mais importante: o descontentamento. O sentimento que nos diz que nada será bom o suficiente é o mesmo que forçou o homem a trocar as cavernas pelas civilizações, gritos por linguagem, e o papel pelo computador. A dor é um pequeno preço a pagar pelo prazer que a mesma nos dá. Logo, mesmo que a curto prazo a ausência de dor seja um alívio, a longo prazo as consequências que a mesma nos dá foi um dos maiores presentes que a humanidade alguma vez recebeu (obrigada evolução!).
6. A tais argumentos poderiam objetar que há certas doenças, como por exemplo a depressão e a ansiedade, que não apresentam nenhuma vantagem biológica, tratando-se de erros da evolução, e nesses casos era lógico intervir.
7. Apesar de concordar com a objeção, não mudo de opinião, devido ao facto do quão perigoso e complicada a engenharia genética é. Não há nenhum único gene para cada característica, não há nenhum gene de beleza, altura, ou inteligência, e eles não podem ser simplesmente ligados e desligados sem afetar mais nada ou sem haver consequências horríveis. Existe um grande risco de fazermos alterações no genoma humano horrendas que só iriam ficar aparentes em gerações mais tarde. Temos também a possibilidade de serem criadas (por acidente ou de propósito) vírus resistentes a medicamentos que serão praticamente impossíveis de erradicar, ou mesmo um grupo de nós pode obter a tecnologia e criar um género de humanos totalmente separado com o qual não podemos competir em nenhum aspeto. As chances são infinitas e raramente positivas e não devemos arriscar a possibilidade da nossa aniquilação pela possibilidade de poder (e, se não era óbvio, de acordo com o utilitarismo de Stuart Mill, devemos tentar evitar ao máximo a morte e o sofrimento em massa).
8. Concluo reafirmando o quão errado é a manipulação genética para alterar o genoma humano, acrescentando apenas que este ensaio não vai mudar nada, pois raras foram as ocasiões que a Ciência se importou com a moralidade, desde as vezes em que corpos foram desenterrados das suas campas por estudantes de medicina ou quando foram usadas escravas negras para estudo do sistema reprodutor, a Ciência tem provado que se tu tiveres problemas em passar as barreiras daquilo que é demasiado cruel, outros escalaram tais paredes com um sorriso. Mesmo que moralmente seja errado, a Ciência continuará a evoluir com pouca preocupação pela segurança humana.
 
Fontes/Webgrafia:
·       https://www.youtube.com/watch?v=n__42UNIhvU
·       https://apfilosofia.org/ensaio-filosofico/
·       https://dosfilosofos.blogspot.com/p/ens-filosofico.html
·       https://pt.wikipedia.org/wiki/Ovelha_Dolly
·       https://en.wikipedia.org/wiki/Zhong_Zhong_and_Hua_Hua
·       https://pt.wikipedia.org/wiki/Dale_Carnegie
·       https://pt.wikipedia.org/wiki/Adapta%C3%A7%C3%A3o_hed%C3%B3nica

·       https://www.sinonimos.com.br/mas 

domingo, 30 de abril de 2023

Grande Entrevista - MICHAEL SANDEL - Um dos mais escutados filósofos da atualidade. RTP

Grande Entrevista 
(Click no link e visione a entrevista)

Michael Sandel é um dos mais escutados filósofos contemporâneos. Michael Sandel fala em tirania do mérito.

quarta-feira, 26 de abril de 2023

«SEMANA DO CINEMA EM SALA DE AULA» - Filosofia da Religião - Projeção comentada do filme «ÁGORA» do realizador Alejandro Amenábar

 

«Alejandro Amenábar é um cineasta chileno-espanhol. Radicado em Madrid desde 1973. Faz estudos de Imagem, estreando-se na realização com La Cabeza, filme premiado na Asociación Independiente de Cineastas Amateurs. Abre los ojos reúne junto da crítica e do público um consenso muito positivo. (...)» (Fonte: Wikipédia)

Filosofia da Religião - Entrevista com o Profº Domingos Faria (Podcast "Café com Sócrates" - 1/8 - Spotify)

Podes escutar uma entrevista sobre filosofia da religião no seguinte link: 
https://open.spotify.com/episode/4athRUWy4Xe4o0sOVrfbQ1

quinta-feira, 30 de março de 2023

Filosofia da Religião - Introdução - O problema da existência de Deus

 

Filosofia da Religião - Fideísmo - Pascal

Filosofia da Religião - Problema do mal - Leibniz

Filosofia da Religião - Argumento Ontológico de Anselmo de Cantuária

Filosofia da Religião - Argumento Teleológico de Tomás de Aquino

Filosofia da Religião - Argumento Cosmológico de Tomás de Aquino

FILOSOFIA DA RELIGIÃO

domingo, 19 de fevereiro de 2023

FILOSOFIA DA ARTE - As Melhores Obras de Mozart


Wolfgang Amadeus Mozart Johannes Chrysostomus Wolfgangus Theophilus MozartSalzburgo27 de janeiro de 1756 – Viena5 de dezembro de 1791) foi um prolífico e influente compositor austríaco do período clássico.

Mozart mostrou uma habilidade musical prodigiosa desde sua infância. Já competente nos instrumentos de teclado e no violino, começou a compor aos cinco anos de idade, e passou a se apresentar para a realeza europeia, maravilhando a todos com seu talento precoce. Chegando à adolescência, foi contratado como músico da corte em Salzburgo, porém as limitações da vida musical na cidade o impeliram a buscar um novo cargo em outras cortes, mas sem sucesso. Ao visitar Viena em 1781 com seu patrão, desentendeu-se com ele e solicitou demissão, optando por ficar na capital, onde, ao longo do resto de sua vida, conquistou fama, porém pouca estabilidade financeira. Seus últimos anos viram surgir algumas de suas sinfonias, concertos e óperas mais conhecidos, além de seu Requiem. As circunstâncias de sua morte prematura deram origem a diversas lendas. Deixou uma esposa, Constanze, e dois filhos.

Foi autor de mais de seiscentas obras, muitas delas referenciais na música sinfônicaconcertanteoperísticacoralpianística e camerística. Sua produção foi louvada por todos os críticos de sua época, embora muitos a considerassem excessivamente complexa e difícil, e estendeu sua influência sobre vários outros compositores ao longo de todo o século XIX e início do século XX. Hoje Mozart é visto pela crítica especializada como um dos maiores compositores do ocidente, conseguiu conquistar grande prestígio mesmo entre os leigos, e sua imagem se tornou um ícone popular.

Fonte: Wikipédia

FILOSOFIA DA ARTE - VÍDEO-POEMA - «Inquietações» da poetisa Conceição Oliveira dito por Ângelo Rodrigues para o projeto CriaPromove (Poema inserido na coletânea «PARADIGMAS» das Edições Colibri com coordenação Literária de Ângelo Rodrigues)



Fonte: Aqui

FILOSOFIA DA ARTE - «Deixarei Os Jardins A Brilhar Com Seus Olhos» - Poema de Herberto Helder...


HERBERTO HELDER - Filho de Romano Carlos de Oliveira (Funchal, Monte, baptizado a 26 de Novembro de 1895) e de Maria Ester dos Anjos Luís Bernardes (c. 1900 - 1938), tinha duas irmãs, Maria Regina e Maria Elora. Herberto Hélder nasceu no n.º284 da Rua da Carreira, numa casa que pertencia à família do cientista e naturalista madeirense Adolfo César de Noronha.

Casou duas vezes: com Maria Ludovina Dourado Pimentel (de quem tem uma filha, Gisela Ester Pimentel de Oliveira, por casamento Lopes da Conceição) e com Olga da Conceição Ferreira Lima.

Foi pai do jornalista Daniel Oliveira, nascido da relação que teve com Isabel Figueiredo.

Frequentou a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tendo trabalhado em Lisboa como jornalistabibliotecáriotradutor e apresentador de programas de rádio. Viajou por diversos países da Europa realizando trabalhos corriqueiros, sem nenhuma relação com a literatura e foi redactor da revista Notícia em Luanda, em 1971, onde sofreu um acidente grave. 

Também foi um dos colaboradores da efémera revista Pirâmide (1959-1960).

É considerado um dos mais originais poetas de língua portuguesa. Era uma figura misantropa, e em torno de si pairava uma atmosfera algo misteriosa uma vez que recusava homenagens, prémios ou condecorações e se negava a dar entrevistas ou a ser fotografado. Em 1994 foi o vencedor do Prémio Pessoa, que recusou.

Teve, antes da Revolução dos Cravos, ficha na Polícia Internacional e de Defesa do Estado que o identifica numa biblioteca em Castro Verde como alguém com “características comunistas”. Foi por algum tempo filiado no Partido Comunista Português.

Fonte: Wikipédia

FILOSOFIA DA ARTE - Pink Floyd - "Delicate Sound of Thunder" New 4k Edition - Concerto


Pink Floyd foi uma banda britânica de rock formada em Londres em 1965. Ganhando seguidores como um grupo de rock psicodélico, eles se destacaram por suas composições longas, pela experimentação sonora, pelas letras filosóficas e pelas apresentações ao vivo criativas, o que levou a se tornarem uma banda líder do gênero do rock progressivo. Eles são um dos grupos mais bem-sucedidos comercialmente e influentes da história da música popular.

O grupo foi fundado pelos estudantes Syd Barrett (guitarra, vocal), Nick Mason (bateria), Roger Waters (baixo, voz) e Richard Wright (teclados, voz). Sob a liderança de Barrett, eles lançaram dois singles e um álbum de estreia de sucesso, The Piper at the Gates of Dawn (1967). David Gilmour entrou para a banda como guitarrista e vocalista em dezembro de 1967; Barrett saiu em abril de 1968 devido à deterioração de sua saúde mental. Waters se tornou o letrista principal e líder temático, desenvolvendo os conceitos por detrás dos álbuns The Dark Side of the Moon (1973), Wish You Were Here (1975), Animals (1977), The Wall (1979) e The Final Cut (1983). A banda também compôs várias trilhas sonoras para filmes.

Fonte: Wikipédia

FILOSOFIA DA ARTE - José de Guimarães - Artista plástico Português



Nascido em 1939, José de Guimarães é considerado um dos principais artistas plásticos portugueses de arte contemporânea, tendo uma vasta e notável obra na pintura, escultura e outras atividades criativas, o que faz com que seja dos mais galardoados artistas portugueses. Muitas das suas obras estão expostas em diversos museus europeus, bem como nos Estados Unidos da América, Brasil, Canadá, Israel e Japão.

Mais recentemente, em Portugal, José de Guimarães teve um forte envolvimento com a Capital Europeia da Cultura, em Guimarães, que viu nascer o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), integrado na Plataforma das Artes e da Criatividade. A própria Imprensa Nacional-Casa da Moeda assinalou a Capital Europeia da Cultura através da cunhagem de uma moeda comemorativa da autoria do artista plástico. Já em 1990 foi-lhe concedido pelo então Presidente da República Portuguesa, Mário Soares, o grau de Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

Fonte: Wikipédia

sábado, 18 de fevereiro de 2023

FILOSOFIA DA ARTE - JULIÃO SARMENTO: NO BRILHO DA PELE | AVEIRO - Entrevista/Documentário


Julião Manuel Tavares Sena Sarmento (Lisboa, 4 de novembro de 1948 – Lisboa, 4 de maio de 2021) foi um artista plástico e pintor português.

Autor de uma obra multifacetada, Julião Sarmento inicia atividade nos anos de 1970, enquadrando-se nas práticas artísticas mais avançadas desse período. Na década seguinte afirma-se como um dos artistas plásticos portugueses com maior projeção, nacional e internacional, expondo em galerias e museus de grande prestígio.

Frequentou o curso de arquitetura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa entre 1967 e 1974.

A sua carreira artística inicia-se na década de 1970. Será marcada por influências culturais predominantemente anglo-saxónicas e por uma lúcida sintonia com correntes avançadas da arte internacional. Em 1977 (o ano seguinte ao da sua primeira exposição individual, realizada na Sociedade Nacional de Belas Artes) participa na Alternativa Zero, exposição que marca "o primeiro balanço dos trabalhos que em Portugal tomaram como referência as atitudes concetuais e congéneres".

Fonte: Wikipédia

FILOSOFIA DA ARTE - Documentário "Amadeo de Souza Cardoso - À velocidade da inquieteção" e...


Amadeo de Souza-Cardoso (Manhufe, freguesia de MancelosAmarante14 de novembro de 1887 – Espinho25 de outubro de 1918) foi um pintor português.

Pertencente à primeira geração de pintores modernistas portugueses, Amadeo de Souza-Cardoso destaca-se entre todos eles pela qualidade excecional da sua obra e pelo diálogo que estabeleceu com as vanguardas históricas do início do século XX. "O artista desenvolveu, entre Paris e Manhufe, a mais séria possibilidade de arte moderna em Portugal num diálogo internacional, intenso mas pouco conhecido, com os artistas do seu tempo". A sua pintura articula-se de modo aberto com movimentos como o cubismo o futurismo ou o expressionismo, atingindo em muitos momentos – e de modo sustentado na produção dos últimos anos –, um nível em tudo equiparável à produção de topo da arte internacional sua contemporânea.

A morte aos 30 anos de idade irá ditar o fim abrupto de uma obra pictórica em plena maturidade e de uma carreira internacional promissora mas ainda em fase de afirmação. Amadeo ficaria longamente esquecido, dentro e, sobretudo, fora de Portugal: "O silêncio que durante longos anos cobriu com um espesso manto a visibilidade interpretativa da sua obra […], e que foi também o silêncio de Portugal como país, não permitiu a atualização histórica internacional do artista"; e "só muito recentemente Amadeo de Souza-Cardoso começou o seu caminho de reconhecimento historiográfico".

Fonte: Wikipédia

FILOSOFIA DA ARTE - MIGUEL d'HERA - Síntese da obra pictórica - VÍDEO-ARTE



Miguel d'Hera nasceu pela primeira vez no planeta Terra no longínquo ano 1000 d.c. e tem vindo a reencarnar até ao presente. (É um heterónimo de Ângelo Rodrigues - Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa).

Cursou o «Superior de Belas Artes e Afins» mas foi oportuna-mente expulso por irreverência icónica e almífica (seja lá isso o que for!).

Participou em várias exposições individuais e colectivas com pinturas, fotografias, colagens, aguarelas e desenhos. Cerca de quatro dezenas de trabalhos são capas e ilustrações de livros e de CD's de algumas editoras. Foi membro-criativo-produtor da IMARGEM - Associação de Artistas Plásticos da Margem Sul.

Um "crítico" da nossa praça escreveu o seguinte: «(...) A arte de Miguel d'Hera assenta em quatro pilares essenciais: corformasentido e profecia. (...)».

No primeiro trimestre de 2006, dá início a uma 2ª fase da sua pintura caracterizada pela utilização do elemento terra e por padrões e formas mais regulares.

Fonte: Aqui

FILOSOFIA DA ARTE - A FAMA E A LOUCURA DE SALVADOR DALÍ - DOCUMENTÁRIO


Salvador Dalí i Domènech1º Marquês de Dalí de Púbol (Figueres11 de maio de 1904 – Figueres, 23 de janeiro de 1989) foi um importante pintor espanhol, conhecido pelo seu trabalho surrealista. O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos mestres do classicismo. O seu trabalho mais conhecido, A Persistência da Memória, foi concluído em 1931. Salvador Dalí teve também trabalhos artísticos no cinema, escultura, e fotografia. Colaborou com a Walt Disney no curta de animação Destino, que foi Lançado postumamente em 2003 e, ao lado de Alfred Hitchcock, no filme Spellbound. Também foi autor de poemas dentro da mesma linha surrealista.

Dalí insistiu em sua "linhagem árabe", alegando que os seus antepassados eram descendentes de mouros que ocuparam o sul da Espanha por quase 800 anos (711 a 1492), e atribui a isso o seu amor de tudo o que é excessivo e dourado, sua paixão pelo luxo e seu amor oriental por roupas. Tinha uma reconhecida tendência a atitudes e realizações extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte, ao mesmo tempo que incomodava os seus críticos, já que sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho artístico.

Fonte: Wikipédia

FlLOSOFIA DA ARTE - JOAN MIRÓ, LE FEU INTÉRIEUR - Les toiles brulées (Legendado em Português) - Documentário


Quando jovem frequentou a Reial Academia Catalana de Belles Arts de Sant Jordi da Barcelona e a Academia de Gali. Em 1919, depois de completar os seus estudos, esteve em Paris, onde conheceu Pablo Picasso e entrou em contato com as tendências modernistas como o fauvismo e o dadaísmo.

No início da década de 1920, conheceu o fundador do movimento surrealista André Breton entre outros artistas. A pintura O Carnaval de Arlequim, 1924-25, e Maternidade, 1924, inauguraram uma linguagem cujos símbolos remetem a uma fantasia, sem as profundezas das questões psicanalistas surrealistas. Participou na primeira exposição surrealista em 1925.

Em 1928, viajou para Holanda, tendo pintado as duas obras Interiores holandeses I e Interiores holandeses II. Em 1937, trabalhou em pinturas-mural e, anos depois, em 1941, concebeu a sua mais conhecida e radiante obra: Números e constelações em amor com uma mulher. Mais tarde, em 1944, iniciou-se em cerâmica e escultura. Em suas obras, principalmente nas esculturas, utiliza materiais surpreendentes, como a sucata.

Vários anos depois, rumou pela primeira vez aos Estados Unidos e nos anos seguintes; durante um período muito produtivo, trabalhou entre Paris e Barcelona.

Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023

Filosofia da Arte - PABLO PICASSO: Vida e Obra│Artes - Vídeo/documentário


Pablo Ruiz Picasso(Málaga25 de outubro de 1881 – Mougins8 de abril de 1973) foi um pintor espanholescultorceramistacenógrafopoeta e dramaturgo que passou a maior parte da sua vida na França. É conhecido como o co-fundador do cubismo e por ter um pincel de 36 cm — ao lado de Georges Braque —, inventor da escultura construída,[1][2] o inventor da colagem e pela variedade de estilos que ajudou a desenvolver e explorar. Dentre as suas obras mais famosas estão os quadros cubistas As Meninas D’Avignon (1907) e Guernica (1937), uma pintura do bombardeio alemão de Guernica durante a Guerra Civil Espanhola.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

Filosofia da Arte - Basquiat - Traços de Uma Vida (Filme completo)



Jean-Michel Basquiat (Nova Iorque22 de dezembro de 1960 - Nova Iorque12 de agosto de 1988).

Basquiat ganhou popularidade primeiro como grafiteiro no centro de Manhattan e depois como pintor neo-expressionista. As pinturas de Basquiat ainda são uma influência para muitos artistas e muitas vezes alcançam preços altos em leilões de arte. Em 2017, sua pintura Untitled (1982) foi vendida por US$ 110,5 milhões, tornando-se uma das pinturas mais caras já compradas. Também estabeleceu um novo recorde para um artista americano em leilão.

Fonte: Wikipédia

Filosofia da Arte - Em março de 2023 - «SEMANA DO CINEMA EM SALA DE AULA» - Filme «Pollock» (2000) - pintura, música e movimento


A vida do pintor Jackson Pollock, a primeira celebridade americana no mundo das artes plásticas, dono de um estilo abstrato-expressionista inovador. Da ascensão à decadência impulsionada pelo álcool e por uma conturbada relação conjugal.
Data de lançamento: 25 de maio de 2001 (Portugal)
Diretor: Ed Harris
Fonte: Wikipédia

terça-feira, 13 de dezembro de 2022

BOAS FESTAS e FELIZ 2023!


O profº Ângelo Rodrigues deseja a todos os seus alunos (e respetivas famílias), bem como a todos os colegas que visitam e utilizam este blogue, um BOM NATAL e um FELIZ 2023 com muita saúde, paz e cultura.