quinta-feira, 14 de maio de 2020

«O problema da definição de Arte» - Seleção de textos. Recomendamos a leitura destes textos aos nossos alunos. Para qualquer esclarecimento, questão ou dúvida, já sabem que podem usar o Formulário de Contacto deste blogue. Tudo de bom e muita saúde!

Seleção de textos realizada pelo nosso colega Pedro Maia
a quem agradecemos a gentileza da cedência e a
autorização concedida para divulgação neste blogue

O problema da definição de arte
Respostas «essencialistas» (textos 1, 2 e 3)
Respostas «não-essencialistas» (textos 5 e 6)

Texto 1- A arte é representação
«A epopeia e a tragédia, bem como a comédia e a poesia ditirâmbica e ainda a maior parte da música de flauta e de cítara são todas, vistas em conjunto, imitações. Diferem entre si em três aspetos: ou porque imitam por meios diversos, ou porque imitam objetos diferentes, ou porque imitam de outro modo e não do mesmo. Assim como uns imitam muitas coisas, reproduzindo-as (por arte ou por experiência) através de cores e figuras e outros através da voz, assim também, nas artes mencionadas, todas realizam imitação por meio do ritmo, das palavras e da harmonia, separadamente ou combinadas. Se a música de flauta e de cítara e algumas outras artes similares, como a música de siringe, conseguem expressividade usando apenas a harmonia e o ritmo, a música dos dançarinos [imita], pelo ritmo em si, sem harmonia (pois os dançarinos, através de movimentos ritmados, imitam não só caracteres mas também emoções e ações).
Todavia, a [arte] que imita apenas com palavras em prosa ou em verso, podendo misturar-se diferentes métricas ou usar uma única, chegou até hoje sem nome.»
(AristótelesPoética, 1447a13 – 1147b, trad. Ana Maria Valente, Lisboa, F. C. Gulbenkian, 2018, 6ª ed., pp. 37-8; texto adaptado)

Texto 2 – A arte é expressão
«Para definir exatamente arte, é necessário, antes de tudo, deixar de olhar para ela como um veículo de prazer, e analisá-la como uma das condições da vida humana. Considerando assim a arte, não podemos deixar de ver que é um meio de comunhão entre as pessoas.
Qualquer obra de arte faz o recetor entrar numa espécie de comunhão com quem a produziu ou produz e com todos aqueles que simultaneamente ou antes ou depois dele tiveram ou terão a mesma impressão artística.
Assim como a palavra que transmite os pensamentos e as experiências das pessoas serve de meio de união das pessoas, do mesmo modo opera a arte. A particularidade deste meio de comunicação, que a distingue da comunicação por meio da palavra, consiste no facto de que pela palavra uma pessoa transmite a outra os seus pensamentos, enquanto através da arte as pessoas transmitem umas às outras os seus sentimentos.
A atividade da arte é baseada no facto de o homem que recebe pela audição ou pela visão a expressão do sentimento de outro ser capaz de experimentar o mesmo sentimento daquele que o expressou.
Os sentimentos, variadíssimos, muito fortes e muito fracos, muito significantes e muito insignificantes, muito maus e muito bons, desde que contagiem o leitor, o espectador, o ouvinte, constituem a matéria da arte. (...)
Provocar em si o sentimento já experimentado uma vez e, ao provocá-lo em si por meio de movimentos, de linhas, de cores, de sons, de imagens, de palavras proferidas, transmitir este sentimento de maneira a que os outros o experimentem – nisto é que consiste a atividade da arte. Portanto, a arte é uma atividade humana que consiste em alguém transmitir de forma consciente aos outros, por certos sinais exteriores, os sentimentos que experimenta, de modo a outras pessoas serem contagiadas pelos mesmos sentimentos, vivendo-os também.»
(Lev TolstóiO que é a Arte?, 1898, trad. Ekaterina Kucheruk, Lisboa, Gradiva, 2013, pp. 79-82; versão diferente da teoria expressivista surge em R. G. Collingwood, The Principles of Art, 1938, segundo a qual a arte é essencialmente expressão de sentimentos, mas que o artista começa por nem sequer compreender, tentando clarificá-los: «O verdadeiro artista é uma pessoa que, lutando com o problema de expressar uma certa emoção diz: ‘Quero tornar isto claro’.» Cit. in Nigel Warburton, The Art Question, 2003, trad. Célia Teixeira: O Que É a Arte?, Lisboa, Ed. Bizâncio, 2007, p. 61)

Texto 3 – A arte é forma significante
«Pois todas as obras de arte visual têm uma qualidade em comum, ou quando falamos de “obra de arte” falamos sem nexo (...). Tem de haver uma qualidade sem a qual não pode haver obra de arte. Tendo-a, ainda que em grau mínimo, nenhuma obra de arte é completamente desprovida de valor. Que qualidade é esta? Qual é a qualidade partilhada por todos os objetos que provocam as nossas emoções estéticas? Qual a qualidade comum a Santa Sofia e às janelas de Chartres, à escultura mexicana, a uma taça persa, aos tapetes chineses, aos frescos de Giotto em Pádua, e às obras-primas de Poussin, Piero della Francesca e Cézanne? Parece-me que só há uma resposta possível: a forma significante. Em cada um destes objetos, uma combinação particular de linhas e cores, certas formas e relações entre formas, despertam as nossas emoções estéticas.»
(Clive BellArt, 1914, Oxford University press, 1987, trad. Carmo d’Oray)

Texto 4 – Resposta cética
«A teoria estética é uma tentativa logicamente vã de definir o que não pode ser definido, de indicar propriedades necessárias e suficientes daquilo que não tem propriedades necessárias e suficientes, de supor que o conceito de arte é fechado, quando o seu uso real revela e exige abertura.
(...) Um conceito é aberto se as suas condições de aplicação são reajustáveis e corrigíveis (...). Se podemos estabelecer condições necessárias e suficientes para a aplicação de um conceito, o conceito é fechado. Mas isto é algo que apenas pode acontecer na lógica e na matemática onde os conceitos são construídos e completamente definidos.
Arte é um conceito aberto. Surgem constantemente e continuarão sem dúvida a surgir novas condições (novos casos); aparecerão novas formas de arte e novos movimentos, que irão exigir uma decisão por parte dos interessados, habitualmente os críticos profissionais, sobre se o conceito deve ou não ser alargado. Os estetas podem estabelecer condições de similaridade, mas nunca condições necessárias e suficientes da correta aplicação do conceito.
O problema da natureza da arte é como o da natureza dos jogos, pelo menos nos seguintes aspetos: se olharmos realmente para aquilo a que chamamos “arte”, também não iremos encontrar qualquer propriedade comum – apenas cadeias de similaridades. Saber o que é a arte não é apreender uma essência manifesta ou latente mas ser capaz de reconhecer, descrever e explicar as coisas a que chamamos “arte” em virtude dessas similaridades.»
(Morris Weitz, «O Papel da Teoria na Estética», 1956, in Carmo D’Orey, O que É A Arte? Lisboa, Dinalivro, 2007, pp. 67-71)

Texto 5 – A arte é uma prática institucional
«Quando um artista de tempos passados pintava um quadro, fazia algumas das seguintes coisas (ou todas elas): representava um ser humano, retratava determinado homem, satisfazia uma encomenda, trabalhava para a sua subsistência, etc. Além disso, também era um agente do mundo da arte e conferia o estatuto de arte à sua criação. Os filósofos da arte só prestavam atenção a algumas das suas propriedades que os objetos adquiriam por intermédio destas ações, como por exemplo as suas características figurativas ou expressivas. Ignoravam completamente a propriedade não exibida do estatuto. (...)
O mundo da arte consiste num feixe de sistemas – teatro, pintura, escultura, literatura, música, etc. -, cada um dos quais proporciona um contexto institucional para atribuição do estatuto de objetos pertencentes ao seu domínio. Não se pode pôr limites ao número de sistemas passíveis de serem incluídos na conceção genérica de arte, e cada um dos principais sistemas engloba subsistemas. Estas características do mundo da arte fornecem a elasticidade que permite albergar toda a criatividade, incluindo a mais radical. (...)
Tendo descrito, de forma breve, o mundo da arte, estou agora em condições de especificar uma definição de “obra de arte”. A definição será dada em termos de artefactualidade e da atribuição de estatuto de arte ou, de forma mais rigorosa, da atribuição do estatuto de candidato a apreciação. Uma vez formulada a definição, será necessário clarificá-la: uma obra de arte no sentido classificativo é 1) um artefacto 2) ao qual foi atribuído o estatuto de candidato a apreciação por uma ou várias pessoas que atuam em nome de determinada instituição social.»
(George Dickie, «O que é a arte?», 1974, in Carmo D’Orey, O que É A Arte? Lisboa, Dinalivro, 2007, pp. 104-105)
  
Texto 6 – A arte é a renovação de uma tradição histórica
«Neste ensaio gostaria de começar por desenvolver uma alternativa à teoria institucional da arte, embora claramente se inspire nela. O que irei reter dessa teoria é a ideia crucial de que ser uma obra de arte não é uma propriedade intrínseca observável de algo, mas antes uma questão de estar relacionado do modo apropriado com a atividade e pensamento humanos. Todavia, proponho que se conceba essa relação em termos da intenção de um indivíduo (ou indivíduos) independente(s) — por contraste com um ato manifesto (o de conferir o estatuto de candidato a apreciação) realizado num enquadramento institucional constituído por muitos indivíduos — em que a intenção faz referência (de modo transparente ou opaco) à história da arte (ao que a arte tem sido) por contraste com essa instituição obscura e algo exclusiva, o mundo-da-arte. O núcleo da minha proposta será uma explicação do que seja um encarar-como-obra-de-arte, uma explicação que lhe dá uma historicidade essencial. Será isso a desempenhar na minha teoria o papel que se supõe que a noção de mundo-da-arte faz na teoria institucional. Que a arte é necessariamente retrospetiva (embora em alguns casos não o seja conscientemente) é um facto que a definição de arte tem de reconhecer. Ignorá-lo é perder de vista a única explicação satisfatória da unidade da arte ao longo do tempo e da sua evolução inerentemente contínua — o modo como a arte de um dado momento tem de envolver, por contraste com o mero suceder, aquilo que a antecedeu.»
(Jerrold Levinson, «Refining Art Historically», trad. V. Guerreiro: «Definir Arte Historicamente», cit. in Aires Almeida, A Definição de Arte. O Essencial, Lisboa, Plátano Ed., 2019, p. 83)

quarta-feira, 13 de maio de 2020

Em que teoria achas que se integra esta tela de Miguel d'Hera?

Talvez uma obra que se integra na «Teoria da Arte como forma significante». O que te parece? Envia a tua resposta/opinião através do Formulário de Contacto - coluna da direita deste blogue.

«Sentidos da Terra - II»
Miguel d'Hera - Artes plásticas

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Vídeos sobre Ciência e Popper - "Filosofia da Ciência" - Recomendação de visionamento

Caros alunos;

Na próxima aula síncrona irei falar (recordar) um pouco de Ciência e de Popper (Falsificacionismo). Assim, recomendo que visionem os seguintes vídeos:




Continuação de boa semana e saúde!

Profº Ângelo Rodrigues

domingo, 12 de abril de 2020

«2077 - 10 Segundos Para o Futuro» - Filosofia da Ciência - RTP-Play - Recomendação de visionamento

2077 - 10 Segundos Para o Futuro
(Clica no link e visiona)

Mutação - Inteligência Artificial. Nanotecnologia. Fusão Homem/Máquina. Genética. Estamos no ponto de partida de uma mudança tecnológica exponencial. (...)
Um excelente documentário em 4 episódios que recomendamos.

domingo, 5 de abril de 2020

Dilema ético por Domingos Faria (publicado no Jornal Público a 5 de abril de 2020)

Caros alunos e colegas;

Aqui vos deixo um dilema ético publicado no jornal Público a 5 de abril de 2020 pelo nosso colega Domingos Faria (e sugerida a leitura/reflexão também pela nossa colega Clara Pires).

«Um dilema ético gerado pela covid-19

A quem devemos administrar o nosso único ventilador? Em Itália adoptou-se a seguinte regra para resolver esses casos: dar prioridade àqueles doentes com maior probabilidade de sucesso e esperança de vida. Mas será essa uma regra moral correcta, de acordo com as teorias acima descritas?»


BOA PÁSCOA e boa quarentena!
Profº Ângelo Rodrigues

quinta-feira, 2 de abril de 2020

«Einstein e Hawking - Mestres do Nosso Universo» - RTP 1 - Filosofia da Ciência - 2ª parte

Clica no link e visiona este excelente documentário - em duas partes - que estreou dia 23 de março de 2020 - na RTP 1 (2º parte).

Documentário em duas partes que conta a história de duas das mentes mais brilhantes do século XX e a forma como mudaram tudo o que sabemos sobre o Universo.

Continuação de boa quarentena!
Profº Ângelo Rodrigues

sábado, 28 de março de 2020

terça-feira, 24 de março de 2020

«Einstein e Hawking - Mestres do Nosso Universo» - RTP 1 - Filosofia da Ciência - 1º parte

Clica no link e visiona este excelente documentário que estreou ontem - dia 23 de março de 2020 - na RTP 1 (1º parte).

Documentário em duas partes que conta a história de duas das mentes mais brilhantes do século XX e a forma como mudaram tudo o que sabemos sobre o Universo.

Boa quarentena!
Profº Ângelo Rodrigues

segunda-feira, 23 de março de 2020

Popper Versus Khun - Filosofia da Ciência - Vídeo do Youtube

Caros alunos;
Recomendo que visionem AQUI este pequeno vídeo sobre as teorias de Karl Popper e de Thomas Khun (gentilmente recomendado pela nossa colega Clara Pires).

Continuação de boa quarentena!

quinta-feira, 19 de março de 2020

INFORMAÇÃO IMPORTANTE - dados a colocar nos trabalhos/respostas

Caros alunos,
Tenho recebido alguns trabalhos sem a designação da disciplina, sem nome, sem turma e sem número (tanto na designação do ficheiro como no próprio documento). Tenham isto em atenção por favor!!!

Assim, é obrigatório e absolutamente relevante (como facilmente se compreende), que esta informação conste na designação do ficheiro bem como no próprio documento. Se assim não for, os ficheiros serão desconsiderados.

ELEMENTOS QUE DEVEM CONSTAR na designação do ficheiro e no próprio documento: Disciplina; Nome do aluno (o primeiro e o último nome), Número e Turma.

Obrigado.

Desejo-vos tudo de bom e muita saúde!

Profº Ângelo Rodrigues 
(Filosofia - 11º Ano)

FILOSOFIA DA CIÊNCIA - Proposta de realização da Ficha de Trabalho a ser descarregada através do link indicado.


Caros alunos, desta vez o desafio é a realização da Ficha de Trabalho (acessível através do link em baixo) como preparação e consolidação das matérias/conteúdos da Filosofia da Ciência - matéria já lecionada nas aulas presenciais.
(Tentem enviar a Ficha de Trabalho com as respostas - anexa ao e-mail - até à próxima 2º feira - dia 23 de março. Oportunamente, e após a receção da vossa Ficha anexa ao e-mail, enviaremos a respetiva correção pela mesma via).      


(Clica neste link e descarrega a Ficha de Trabalho!)

Ficha de Trabalho concebida pela nossa colega Clara Pires a quem agradecemos a gentileza da cedência bem como a autorização concedida para a divulgar neste blogue.

BOM TRABALHO E BOA SAÚDE!

Profº Ângelo Rodrigues (Filosofia)

domingo, 15 de março de 2020

Recurso importante para as aulas presenciais após o recomeço da interrupção obrigatória - «PENSAR» da editora Texto

Caros alunos, como já foi veiculado/informado nas aulas presenciais, a seguir à realização do teste (após o recomeço desta interrupção), o Manual oficial (e recomendado a seguir nas próximas 20 aulas) será o «PENSAR» da editora Texto dos autores Fátima Alves, José Arêdes e Patrícia Bastos.
Como sabem, trata-se do Manual que usaram no ano passado (10º Ano). Se tiverem tempo e possibilidade, comecem também a ler a «Dimensão estética - Análise e compreensão da experiência estética» (entre a página 170 e 216).



Se tiverem alguma dúvida ou necessitarem de algum esclarecimento, podem fazê-lo através do Formulário de Contacto na coluna da direita deste blogue.

Bom trabalho e muita saúde!

Ângelo Rodrigues
(Profº de Filosofia)

TAREFA RECOMENDADA AOS ALUNOS DO 11º ANO - «Filosofia da Ciência». (PowerPoint gentilmente cedido pelo nosso colega Domingos Faria a quem agradecemos em nome de todos os alunos).


Caros alunos, recomendo que entrem neste Link sobre «Filosofia da Ciência».
Será apresentado um excelente PowerPoint do nosso colega Domingos Faria que gentilmente o tornou público. Parto do princípio que possa ser de grande ajuda para vários alunos e também uma boa forma de poderem fazer revisões para o próximo teste. Como todos sabem (informação veiculada em aula aquando da apresentação da Matriz), o próximo teste irá ter cerca de 80% de questões relacionadas com a «Filosofia da Ciência». 

Bom trabalho/estudo e boa saúde!
(Não te esqueças de seguir as normas recomendadas relativamente à pandemia do Coronavírus).

Ângelo Rodrigues
(Profº de Filosofia)

sábado, 14 de março de 2020

Tarefa para os alunos de Filosofia - 11º Ano - VALORES ESTÉTICOS - ESTÉTICA: ORIGEM E HISTÓRIA, O BELO E A ATITUDE ESTÉTICA



TAREFA recomendada: Depois de estudares e de realizares os exercícios sobre a "Filosofia da Ciência" (Popper e Khun) recomendados nas aulas presenciais (como preparação para o teste sumativo nº 3), recomendamos agora que visiones este pequeno vídeo sobre Estética e Valores estéticos (próximo tema de lecionação) e que envies através do "Formulário de Contacto" que se encontra na barra direita deste blogue um pequeno comentário com cerca de 10 linhas. (No Formulário, não te esqueças de indicar o teu nome - primeiro e último - bem como o número e a turma). 

BOM TRABALHO! CUIDA DA TUA SAÚDE COMBATENDO TAMBÉM - com o teu bom exemplo - o vírus COVID19!

Profº Ângelo Rodrigues (Filosofia - Escola Sec. Cacilhas-Tejo)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

FILOSOFIA DA CIÊNCIA - Podcast (Spotify)

Caros alunos e estimados colegas, se tiverem uma conta no SPOTIFY (é fácil criar uma gratuitamente), podem ouvir este interessante podcast (basta carregar no link) pois trata-se de uma entrevista a dois filósofos e um físico brasileiros sobre "Filosofia da Ciência" (é um projeto produzido por alunos de uma Universidade brasileira que vale a pena ouvir e que recomendo).

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

ENTREVISTA SOBRE ÉTICA - Filósofo Pedro Galvão

Porque pode ser útil, aqui fica uma excelente entrevista de Pedro Galvão (filósofo português contemporâneo) sobre o lugar da Ética no âmbito das várias disciplinas filosóficas, Ética e Ética Aplicada. 



domingo, 3 de novembro de 2019

″O filósofo é alguém com um papel ativo na sociedade″ - DN

″O filósofo é alguém com um papel ativo na sociedade″ - DN: Em Portugal, nem todas as universidades têm cursos de Filosofia. Onde há - Lisboa, Porto, Minho e Coimbra -, o número de vagas não chega a 200. Uma realidade que a professora Sónia Múrias, da Escola Secundária Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves, de Valadares, diz ter de mudar.

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Comemoração (este ano de 2019) do aparecimento do famoso filme MATRIX

Caros alunos e colegas em geral, informo por este meio que a Revista SUPER INTERESSANTE deste mês (outubro - nº 258), traz um excelente artigo designado de «VIVEMOS NUMA SIMULAÇÃO?» que evoca os 20 anos do famoso e marcante filme «MATRIX». Aconselho e recomendo a leitura deste artigo (em particular aos alunos que frequentam o 11º Ano - Filosofia).

«Vinte anos depois de MATRIX, cientistas e tecnofilósofos acreditam que habitamos um universo virtual»).

Clica no Link em baixo e lê o artigo que se recomenda: «A realidade é uma ilusão. E ele quer provar»

https://super.abril.com.br/ciencia/a-realidade-e-uma-ilusao-e-ele-quer-provar/